Rendimento médio do brasileiro atinge R$ 3.367,00 e bate recorde

Rendimento médio do brasileiro atinge R$ 3.367,00 e bate recorde

Dados da PNAD Contínua indicam que 82% da população acima de 14 anos possui algum tipo de rendimento e programas sociais atendem 11% desse público  

Levantamento indica que, das 174,7 milhões de pessoas acima de 14 anos no país, 143 milhões (82%) recebem algum tipo de rendimento (Foto Agência Gov).

O rendimento médio mensal real de todas as fontes da população residente no Brasil atingiu R$ 3.367,00 em 2025. Este é o maior valor registrado desde o início da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), em 2012. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam um crescimento de 5,4% em comparação ao ano anterior.

O levantamento indica que, das 174,7 milhões de pessoas acima de 14 anos no país, 143 milhões (82%) recebem algum tipo de rendimento. Desse total, a maior parcela provém do trabalho. Aproximadamente, 101 milhões de pessoas (58%) têm sua renda gerada por atividades laborais. Já os beneficiários de programas sociais do governo representam 11% da população em idade de trabalhar.

Renda domiciliar

A composição da renda domiciliar per capita, que também alcançou valor recorde de R$ 2.264,00, mostra a predominância do trabalho, que responde por 75,1% do montante. As demais fontes (24,9%) incluem aposentadorias e pensões (16,4%), seguidas por programas sociais (3,5%), aluguéis (2,1%) e pensões alimentícias ou doações (0,9%).

De acordo com o IBGE, o valor médio das aposentadorias em 2025 foi de R$ 2.697,00, mantendo estabilidade. Por outro lado, o rendimento médio proveniente de programas sociais situou-se em R$ 870,00. Na comparação com 2019, o valor médio desses auxílios registrou um avanço de 71,3%, saltando de R$ 508,00 para o patamar atual.

O resultado de 2025 consolida o quarto ano consecutivo de expansão dos rendimentos no Brasil. Em termos reais, o ganho atual está 8,6% acima do patamar pré-pandemia e 12,8% superior ao observado no primeiro ano da série histórica, refletindo a recuperação após as perdas registradas em 2020 e 2021.

Fonte: Agência Gov – com informações do IBGE 

 

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